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A indisciplina escolar sempre foi um entrave ao bom andamento pedagogico. Hoje, porem, as escolas passam por um momento critico, uma vez que essa situacao vem se agravando progressivamente. Ocorrencias diarias, dentro e fora das salas de aulas, refletem-se na familia e em outras instituicoes da sociedade. Por outro lado, a indisciplina escolar pode ser vista como um mero reflexo da indisciplina generalizada em que se encontra a sociedade atualmente. Considerada como um dos principais desafios pedagogicos da atualidade, a indisciplina escolar afeta nao somente as praticas de ensino exercidas pelos professores, mas tambem e fonte de stress, inquietacao, incerteza, capaz de despertar sentimento de frustracao, angustia, impotencia, humilhacao e o desejo de abandonar a docencia. A indisciplina escolar nao envolve somente caracteristicas encontradas fora da escola como problemas sociais, sobrevivencia precaria e baixa qualidade de vida, alem de conflitos nas relacoes familiares, mas aspectos envolvidos e desenvolvidos na escola como a relacao professor-aluno; bem como, variaveis oriundas do cotidiano escolar que permeiam o curriculo oficial; entre outros, portanto, o presente artigo tem objetivo analisar de forma sucinta a indisciplina que pode ser minimizada, a partir de estudos bibliograficos, sob a otica da mediacao social a partir das interacoes que ocorrem dentro da escola e em especial na relacao professor-aluno. Teve-se como apoio de pesquisa alguns teoricos tais como: Aquino (1999); Oliveira (2005); Parrat (2008); Saviane (2005), entre outros.