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Fernando Pedrosa, é o entrevistado do presente número), o crescimento de pesquisas sobre o Leste Asiático sediadas em universidades brasileiras (como aponta o estudo de Mayara Araujo e Aline Mendes para esse dossiê) ou a publicação de livros como China-América Latina: cómo ir más allá del 2020?(2012) e Latin America, and the Decolonization of Transpacific Studies (2022), este último aqui resenhado por Anderson Lopes, indiquem um caminho a ser trilhado, o desafio é grande.Quer no que se refere à fuga do exotismo a partir do qual tais culturas e conhecimentos são tratados, quer no reconhecimento da diversidade sociocultural e histórica dos países que compõem esses dois "conceitos" (Ásia e América Latina), quer na necessidade de se repensar instrumentos analíticos e metodológicos que possam emergir a partir de tais enfoques.Enfrentá-lo é urgente e cada vez mais necessário.Como afirma Reyes Matta et al, citado em artigo de Bolaño, Paulino e Deqiang Ji para esse dossiêA abertura e a inclusão caracterizam as civilizações chinesa e latinoamericana, que no intercâmbio recíproco podem compensar os pontos débeis de uma com os pontos fortes da outra e progredir conjuntamente.Quanto maior profundidade adquirir nosso intercâmbio cultural
Published in: Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación
Volume 23, Issue 45