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O presente artigo teve como objetivo analisar a Educação Híbrida 4.0 como estratégia de gestão do conhecimento institucional em ambientes escolares. O estudo abordou a relação entre práticas pedagógicas mediadas por tecnologia e os processos institucionais de sistematização, compartilhamento e utilização do conhecimento docente e discente. Para isso, utilizou-se uma pesquisa de natureza bibliográfica, com base em artigos científicos publicados entre 2024 e 2025, selecionados por meio do Google Acadêmico com critérios de atualidade, relevância temática e acesso aberto. Os dados foram organizados em três eixos: fundamentos da Educação Híbrida vinculados à gestão do conhecimento; obstáculos à implementação de modelos híbridos inclusivos; e o papel da formação docente e das comunidades de prática na mediação colaborativa do saber. Constatou-se que a efetividade da Educação Híbrida como ferramenta institucional depende da integração entre tecnologia educacional, estrutura organizacional e cultura pedagógica participativa. Além disso, evidenciou-se a importância de políticas formativas contínuas, voltadas ao fortalecimento de práticas docentes reflexivas, colaborativas e sensíveis às múltiplas realidades escolares. Os resultados indicaram que a gestão do conhecimento em contextos híbridos não se restringe ao uso de plataformas digitais, mas exige condições institucionais que favoreçam o registro, a circulação e a aplicação de saberes pedagógicos construídos coletivamente.