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O presente trabalho examina as práticas pedagógicas adaptadas para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino fundamental, destacando a necessidade de abordagens que promovam equidade e engajamento efetivo. O objetivo central reside em investigar como intervenções personalizadas podem mitigar barreiras à aprendizagem, fomentando autonomia e interação social em ambientes escolares comuns. Adota-se uma perspectiva crítica sobre a integração de estratégias comunicativas e recursos tecnológicos, revelando que tais práticas não apenas atendem às particularidades sensoriais e cognitivas dos alunos, mas também enriquecem o currículo para o grupo todo, conforme explorado por Santos (2024), que enfatiza a comunicação alternativa como eixo transformador. A metodologia consiste em pesquisa bibliográfica, na qual se sistematizam fontes teóricas para construir um quadro analítico coeso, alinhando-se aos princípios delineados por Lakatos e Marconi (2017), que orientam a seleção criteriosa de materiais para análise profunda, e Severino (2017), que reforça a relevância de uma revisão exaustiva para validar argumentos educacionais. Esse procedimento permite mapear contribuições de autores como Mantoan (2015), cujas proposições sobre inclusão ativa guiam a reflexão, e Stainback e Stainback (1999), que complementam com orientações práticas para educadores. Assim, o texto delineia caminhos para superar desafios como a rigidez curricular, propondo que a inclusão genuína exija formação contínua de professores, resultando em salas de aula responsivas e equânimes, onde o potencial de cada aluno se desdobra em harmonia coletiva.
Published in: Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação
Volume 12, Issue 3, pp. 1-14